domingo, fevereiro 18, 2007


[postlink]http://leiturasocial.blogspot.com/2007/02/cronica-do-verissimo-de-1995.html[/postlink]
Eta nóis (16/2/95)

O mito da peculiaridade brasileira, de que não somos parecidos com nenhum outro povo da terra, custa a acabar. Todos os povos, claro, se consideram diferentes de todos os outros, mas no nosso caso não é só um exagero de auto-estima, é uma precondição de existência. Precisamos do mito para nos governarmos e nos aturarmos. Nossa convivência como sociedade depende da vigência do mito. Não como folclore, consolo pelos nossos vícios (“brasileiro é assim mesmo”) e celebração das nossas espertezas e talentos, mas como crença firme, oficial, de que a Providência, por alguma razão, nos liberou das leis de causa e efeito que regem o resto do mundo. Talvez pela nossa simpatia.
CONTINUA...

Cronica do Verissimo de 1995

terça-feira, janeiro 30, 2007


[postlink]http://leiturasocial.blogspot.com/2007/01/como-nasce-um-paradigma.html[/postlink]Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas.

Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água fria nos que estavam no chão. Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada...

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Como Nasce um paradigma

 

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